quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Ninguém é dono do destino.




A gente se preocupa tanto com o futuro e realização profissional dos nossos filhos que até acabamos nos esquecendo do que é mais importante. Desde muito pequenininhos nossas crianças são um depósito ambulante de nossas expectativas. Esperamos tanto deles e quase temos certeza que eles tem por obrigação cumprir passo a passo tudo que foi planejado, idealizado por nós. Isto se eles não viessem também a esse mundo com uma referencia, personalidade própria e ao longo dos anos adquirissem seus próprios gostos, assumissem que tem seus próprios sonhos. Que bom que na maioria dos casos eles não nos permitem tomar conta por inteiro de sua vida, ficando assim vivos por nós e não por eles mesmos. Do contrário se todos os filhos fossem robozinhos das nossas vontades o mundo iria ser cansativo e cheio de duplicatas de nós mesmos. Nossa! Ainda bem que são eles. “Eles têm essência própria.” Eu mesmo por vezes não topo minha personalidade e se quer aprovo minhas escolhas, que dirá conviver, viver ao lado de uma xerox minha, um reflexo do que deu certo e do que nunca obtive êxito. É! Eu sei! Talvez você não pense assim. Talvez ache que filho deve mesmo muito a nós. E muito provavelmente você acha também um absurdo ele não querer estudar, ser artista, dançar balé, fazer artes marciais. Ah esse menino (a), ele tinha que ser assim? Pois! Na verdade tenho uma opinião formada sobre esse embate eterno pais e filhos.  Os filhos não vem a esse mundo para serem espelho do que nos sonhamos. Não senhor. O papel deles é exatamente ao contrário. Em geral filhos são lição e aprendizado na vida de seus pais desde a concepção. Filhos vem á esse mundo com um registro de tudo o que devemos aprender sobre amar incondicionalmente. Nunca vi, aliás, pode existir, mas não me consta ter sabido de alguém que deixou de amar o filho (a) por ele não querer ser médico, advogado ou seguir seus passos na empresa da família. E ai vem o aprendizado. Daí eles pequenos professores e doutores do que querem ensinam a nós. Que amar mesmo, de verdade é deixar o filho viver a vida, dar lições sobre caminhos, mas deixar á vontade sobre quais curvas vai escolher. Torcer pelos desvios que tomou e vibrar ou chorar com ele diante dos resultados das barreiras que ele quis transpor sozinho.  Criar filho é fácil. Difícil mesmo é deixá-los crescer. Acredite, nenhuma planta cresce com poda todo dia e não segue sua evolução normal com cordas amarrando-as aquele pedaço de terra. Nenhum filho amadurece, cresce em consciência e desbrava o mundo seguro nas mãos dos pais, vivendo sonhos de outros, seguindo destino traçado por nos. Você não pode ter certeza que tudo dará certo ou errado para ele. A gente é que tem essa mania horrorosa de premunir a vida de terceiros, fazemos o mesmo com nossos filhos, quando eles serelepes nos contam algo que imaginaram. Projetos e planos para o futuro. Logo vem aquele pensamento: Isso não pode dar certo. Por certo você também não tinha certeza que sua carreira profissional, seus estudos e toda a sua vida daria? Ou tinha? Ninguém é Gugu sabichão nem do próprio destino. Como podemos querer ser apontadores de decisões louváveis para os nossos pequeninos?  Dizem que conselho de pai é fundamental. Concordo, ajuda a caminhar. Dizem que palavra de mãe é profecia de destino. Meia verdade. Já vi muita mãe apostar que o filho não passava dali ou dacolá e ele foi parar do outro lado do mundo. Parece até que os filhos ganham aditivo, criam mais gás quando o que achamos incapazes de fazer para eles é destino certo. Não adianta. Admita. Não tem como você decretar, apostar que só porque o seu filho detesta escola, não vai bem em provas e sequer tem interesse nas tarefas do dia-dia, ele não vai ter futuro. O que é futuro hoje para os menos abastados é somente o estudo. Dizem tantos pais. No entanto muitos de nos pouco temos do que sonhávamos nos formando nos brilhantes colegiais. A escola da vida é que sabe. Ensina. Grande mestra na verdade. Sem saber prosseguimos por caminhos, como uma linha traçada entre nós e nosso destino. E deste, rico, pobre ou taxado como incapaz ninguém escapa. Uma coisa em meio a isso aprendi e tenho por certo. Os meus filhos do mais calado ao mais arteiro e esperto, vão ter futuro certo sejam quais forem suas escolhas. Nem as minhas, nem as do pai deles, mas um destino que só a eles e a Deus pertence. Nesse caminho de realizações e fracassos deles e nossos que Deus ande ao nosso lado e não permita nunca que eu coloque amarras ou pode todos os dias os sonhos dos meus filhos. E se um dia no futuro não forem tão abastados quando sonhei ou inteligentes quanto o mundo espera deles. Que sejam eles muito felizes. Porque ao final das contas o que resta é mesmo isso. Pobreza ou Riqueza, Sucesso ou fracasso o que a gente quer mesmo para os filhos é que se descubram completos dentro de si, ricos em felicidade.


Lia Joca

domingo, 25 de novembro de 2012

Desenvolvimento X Ansiedade materna.



Ele ainda não sentou. Acho que esta com problemas no desenvolvimento! Essa é a preocupação de 99% as mães de primeira viajem. A ansiedade de ver seu filho desenvolver, sentar, engatinhar, andar e etc, faz muitas de nós olharmos o filho da amiga, do vizinho e comparar, ficar angustiada e por vezes até cheia de dúvidas. E olha lá as antessalas dos pediatras lotadas. Pois é!  O que a gente não sabe, não reconhece no filho é que ele é diferente, único e que seu desenvolvimento e crescimento não vai ser nunca igual ou parecido ao de nenhum outro bebê. Tenho três e todos tiveram seu tempo e nas conhecidas fases passadas por todos os bebês eles fizeram sua própria hora, surpreenderam em muitas etapas antecipadas ou aqui e acolá me deixaram também angustiadas. Meu filhote do meio fez todo mundo espantado, o pediatra, a mim mesmo e tantas outras pessoas que viram aquele pedacinho de gente nascer com pouco mais de um quilo e meio, sete meses e tão pequeno que caberia em uma caixa de sapato. Aos seis meses o bebê que me inspirou tantos cuidados e medos já balbuciava algumas palavrinhas, logo, logo lá pelo finalzinho do sexto mês o molequinho já se punha em pé com ajuda das grades do berço e pasmem ao final do sétimo mês ensaiou os primeiros passinhos se segurando nas paredes, andou firmemente aos oito meses finalizados e acabou na minha cabeça com inúmeras dúvidas e tabus de se ter um bebê antes do tempo. Hoje acho que antes do tempo é só para nós, Para Deus e para esses pequenos incríveis é mais que na hora. E assim não importa. Se seu bebê é prematuro ou nasceu em tempo certo, ou seja: Tempo do mundo. O certo mesmo é que são todos muito diferentes e surpreendentes cada um a seu modo. Por tanto não se preocupe se o bebezinho ainda não sentou, falou, andou. Preocupe-se em lhe dar muito amor porque a maior conquista dele e o grande marco não são de desenvolvimento, é ele, e está aí diante de você.



Lia Joca 



terça-feira, 20 de novembro de 2012

Bebê doente, E agora?



Não importa onde more, onde esteja nesse Brasil hoje todos estamos sentindo uma mudança importante no clima. E daí começa as gripes, resfriados entre outros vírus oportunistas que visitam nossos bebês e crianças e por sua vez fazem a loucura das mamães. Não importa se é mãe de primeira ou terceira viajem como eu. Sempre, desde que o mundo é mundo mãe sempre fica um pouco maluca com filho doente. Então vejamos? Quantas de nós não ligamos o dia inteiro para o pediatra se há um pequeno sinal de febre? Então? As dúvidas do que seu filho pode estar sentindo, ou que vírus pode esta se alojando no seu pequeno são inúmeras. Minha bebezinha está quase no sexto mês e já passou por uma “bronquite”, “pneumonia” Será? Ao certo mesmo nem os médicos souberam ser precisos sobre. Estive com ela em um hospital de referência particular internada por dez dias e nem mesmo assim “competentes” profissionais me fizeram ter segurança e ficar tranquila durante a recuperação da minha pequena. A não ser por uma entre quase oito médicos que a examinaram, ela me deu uma bela lição sobre como identificar a gravidade do que se passava com minha filha. Ela observou minha pequena por alguns minutos, depois me olhou e disse: O que vê na sua criança? Ela não está tão mal assim, Está? Eu olhei para a Sophia e ela se enchia de sorrisos e de rostinho rosado me dizia claramente: Mamãe deixa disso! Eu to ótima! E foi assim que aprendi. O aspecto geral da minha filha diz muito sobre a saúde dela. O ânimo e o apetite são um ótimo termômetro. Por isso hoje antes de expor ainda mais á ela e até a mim a hospitais e grandes centros de saúde infestados de vírus eu a observo bem. É preciso ficar atenta sim a sintomas de doenças no seu filhote, mas acredite bebês precisam sim se sensibilizar com alguns vírus para fortalecer o sistema imunológico. Febres, dores de barriga, cólicas e tantos outros sinais precisam ser associados também ao estado geral da criança. Bebê que sorrir, come e não tem sinais de esmorecimento ou sonolência podem sim esperar um pouco mais em casa e a mamãe deve ficar tranquila ao receber orientações do pediatra por telefone ou em todo caso se há facilidade de marcar uma consulta eletiva é bem válido para se manter em equilíbrio e passar positividade para sua criança que em convalescendo de qualquer mal vai precisar do melhor remédio. Seu carinho e amor tranquilo. Vale lembrar que todas as crianças que você conhece. Todas. Sem exceção já acordaram resfriados do nada, já tiveram febre e muitas dores de barriga e estão ai sorrindo e serelepes. É muito comum as mamãe mais antenadas com a internet ir buscar diagnósticos ou analisar o que o filho sente em sites sobre bebês como este e tantos outros. E muito comum também impressionarem-se com o que diz lá. Calma, calma. Leia sim. Leia muito. Mas, com bastante atenção e pondere. Alguns depoimentos e diagnósticos expostos na grande rede de computadores pode fazer você ficar paranoica. Por isso o melhor diagnostico sempre vai ser á partir de seus olhos. 
Lia Joca 

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

E a vida continua Companheira...




Voltando a vida as atividades normais do nosso dia-dia antes da maternidade e não é nada fácil perceber que nada mais nada mesmo, Nadinha irá tão facilmente voltar ao lugar. São decisões inegavelmente difíceis de serem tomadas. É hora de ver com quem o bebê vai ficar para a volta ao trabalho, hora de chorar um bocado também, deixar aquela pessoinha tão indefesa e tão amada em outras mãos é quase impensável. Se já é complicado dividi-la com o papai imagina dividir com outros. Se você passa por essa fase, o bebê já está com cinco ou seis meses vai ser complicado escolher muito ou passar essa etapa sem tanto sofrimento. Mas se você ainda esta curtindo seu bebê em casa e ainda tem alguns meses á frente dá para descomplicar um pouco quando chegar á hora da volta ás obrigações da vida moderna. Em se tratando do trato com o bebê desde cedo ele por seus cuidados á reconhece como também outras pessoas que o manuseiam e a auxiliam. Pai, irmãos, avós e as babás. Há as babás... Bem, as babás ou cuidadoras como queiram chamar são ótimas parceiras nessa transição, Isto é! Se você já tem uma auxiliar e o bebê já se acostumou a ela, Ponto para você. Se ainda esta em busca é preciso correr, pegue referências, especule mesmo, queira sim antecedentes criminais seja como for, até se for de indicação segura e depois faça uma longa entrevista, converse sobre seu filho e veja também por alguns instantes como ela o trata, faça isso com várias, acredite até seu bebê dará sinais quando a pessoa certa chegar. De qualquer forma cuidado e atenção nunca são demais. Escolha sua auxiliar com tempo abio á treina-la e observa-la bastante. Mas claro dê espaço para que ela se socialize com a criança e o bebê também aprenda a ter confiança na pessoa que vai ficar com ele, quando acostumar-se um pouco mais com a ideia, sai um pouco antes das saídas definitivas para o trabalho, vá ao mercado, ao shopping, tente passar ao menos algumas poucas horas longe do bebê para que você sinta como será mais ou menos a nova etapa, afinal você também precisa acostumar-se a ausência daquela pessoinha. Outra opção para você é optar pelas creches e hoteizinhos que hoje se acumulam nas grandes capitais. Lógico que valem todas as recomendações já mencionadas acima. Pegue referências e fique de olho se tem alvará e se é um lugar saudável e tranquilo para o seu filho desenvolver-se.  Ainda dá também para se socorrer com a vovó se ela não fizer o gênero moderninho e trabalharem fora como as daqui de casa, sorte sua. Você vai ter uma ótima parceira, seja a avó sua mãe ou sua sogra lembre-se sempre antes de fazer inúmeras recomendações e ficar cheia de preocupação que são mães como você e, aliás, mãe duas vezes; Não é mesmo? Ademais nesse caso você pode ter certeza que o amor que ela tem pelo seu filho é bem semelhante ao grande amor que você sente por ele. Dá mesma forma vale algumas dicas que já dei acima, antes do dia crucial permita-se sair por algumas horas, ganhe segurança e aprenda a controlar sua saudade do bebê e no final mesmo não parecendo tudo termina se encaixando. Se não volta tudo para o seu lugar é porque chegou uma nova pecinha no quebra-cabeça e essa é de fundamental importância hoje para que o resto da sua vida se encaixe.
Lia Joca

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

A lição



Quem não teve vontade de ter aquele jogo da moda, que todo mundo tinha? Super Massa, Master Sisten? É assim que se escreve? Sei lá! E quem quer saber? Já não tenho mais gosto nisso, nem me causa mais desgosto algum não tê-los tido. Nem me lembro porque queria tanto essas coisas, nem me lembro quanto tinhamos ou não tinhamos para meus pais não poderem me dar. O fato é que o que eu precisava tanto aquela época nunca, nunquinha me fez falta. Fazia falta tantas outras coisas e fizeram por uma vida toda, que hoje sei por vivência que com essas faltas buscava preencher parte de um vazio que nunca se completa. Somos todos incompletos e tem que ser assim, somos todos uma busca incessante pelo que nem sabemos o que é. Mas hoje acredito que seja isso que faz todos os dias nos acordarmos. Completar-se, incompletamente todo o tempo. Há quem diga nas religiões que os seres, espiritos, ou seja lá como você chama só é absolutamente pleno em Deus, completos só somos do lado de lá. Nada aqui nessa terra de verdade é tão necessário a não ser pelas precisões básicas de todo ser humano: comer, dormir, e toda a parte fisiológica da coisa, máquina que é o humano. Ontem pensei e repensei sobre isso, vi minha mãe que me ensinou tanto a esse respeito deixar-se confundir, tapear pelo mundo das urgentes necessidades desnescessárias. Ela me ensinou que "All Star" era só um sapato, que "Bicho Comeu" tava na moda, mas ficaria bem mais interessante se eu fizessse, vestisse a minha moda. Na verdade, ela entendia pra caramba de moda e todos os briquendos e sapatos, coisas necessárias, sem necessidade que as crianças queriam ter. Ela sabia tudo deixar ao contrário de hoje, o mundo confuso com o que ela tinha certeza de que eu e meus irmãos não pressisávamos. Pois é! Mas até ela ficou confusa com a modernidade, facilidade de cartões e crediários, prazos que você marca até sem saber se vai ter tempo vivo de pagar. Aí ela confundiu necessidade com o que o dinheiro poderia pagar. Fui praticamente obrigada a chamá-la à sobriedade, fui obrigada a dizer que eu como antes não precisava, não tinha qualquer urgência em ter qualquer coisa diferente, mais atraente do que já tenho. Aquela frase de caminhão diz tudo: "Não tenho tudo que amo, mas amo tudo que tenho"  Esse é um grande pensamento, que virou meu modo de vida. Sei de toda a necessidade de alguns pais, Incluo aqui a minha Mãe, de dar aos filhos um pouco mais do que teve, sei também hoje de toda a ânsia que dá nos avós de dar aos netos o dobro disso tudo, por isso falam que vó é mãe com açúcar. A minha é o exesso de tudo isso. Quantas necessidades meus filhos tem aos olhos da minha mãe! Quantas necessidades eles acham que tem como eu também achava na idade deles! Quantas coisas são necessárias de verdade? E eu gritei! É gritei alto isso. Não gostaria, mas ela não ouvia, não entendeu quando eu só a relembrava com carinho que eu estava satisfeita, que era o suficiente que os carinhos e os agrados eram mais caros que qualquer presente, e eu sempre reconheci isso e eu gostaria, queria muito que meus filhos também aprendessem o verdadeiro valor do amor e das necessidades como ela me ensinou. E foi por isso, por tudo isso que hoje sei exatamente quem sou e que não preciso de mais nada, nada a mais que já tenho, foi por isso que gritei. Pedi desculpa. Mas que culpa eu tenho, me fala? Que culpa eu tenho dela se permitir enganar pelo mundo sendo tão diferente? Sendo tão inteligente? Eu sempre a copiei nos seus inumeráveis talentos para driblar esse mundo e não podia admitir, não posso permitir que justo agora, justo quando ela precisa me ajudar a fazer tudo igualzinho para a fórmula com os meus meninos também eu acertar. Não sei se ajudei, não sei se convenci ou só a magoei, não sei ao certo se daqui uns dias, anos ou décadas vou me esquecer de ter gritado. Me lembro sempre de tudo que já a falei, com raiva, euforia ou aos berros, eu não esqueço, eu lamento. Mas diferente de todas as vezes que o fiz por atrevimento, digo: a magoei. Desta vez não! Definitivamente eu só quiz ajudar. O que eu quero dizer com tudo isso, o que eu quero justificar? Não, não quero justificar, nem lamentar. Eu só quis entender porque o mundo faz a gente esquecer do que realmente é necessário. Eu só quero que meus filhos saibam que "Kenner" é só um chinelo de arrastar e que "Ralph Loren" é só mais um perfume. Eu só quero que eles entendam que o que eu não posso dar ou não vou dá-los, porque não acredito que precissem disso ou daquilo para serem completos e felizes, ensino devagarinho com isso que só precisam, só não pode lhes faltar o amor e eles o tem. Tem em mim, no pai, nos avós e em tantas outras queridas pessoas que valem muito mais do que aquilo que podem dar a eles. E foi só isso que minha mãe me ensinou e esqueceu. Foi só isso. Foi tudo, tudo o que eu precisava para ter certeza que o que eu reivindicava ontem aos gritos era exatamente o que ela sempre quis de mim. Ter certeza que minha maior necessidade nessa vida era sempre, sempre foi o amor. Obrigado mamãe e desculpe se aprendi. Obrigada por tudo que não tive, obrigada por tudo tão caro que tenho, que me dá todos os dias, obrigada pelo amor. Mas não! Não! Obrigada, não quero nada mais que isso.


Lia Joca